Em quanto divago descalsa,
no silêncio da noite, no vazio
do espaço em busca das respostas
do nunca obtido.
Queimas os versos do
meu silêncio.
Fazes o meu coração sangrar e
reabrir cada ferida não sarada.
Não te peço mais nada, meu amor,
a não ser para voltares...
Não me fassas acreditar que tudo
isto não passou de um grande erro.
Sem querer, a porta entre aberta fecha-se...
Não há mais nada a dizer,
não há mais nada a fazer,
não há mais nada a sentir, se não a dor do silêncio da noite...
não há mais nada que o tempo me traga de ti.
Tenho o teu pefume encravado
na minha pele,
mas sei que o tempo irá melhorar a dor.
Acalmar o silêncio do não dito.
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domingo, 27 de julho de 2008
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