Em quanto me enganava,
com as esperanças
chorava na noite com medo
da tua partida...
A hora chegava, a luz apagou-se
fechei os olhos queria acabar com
a dor que me inundava o coração.
As pétalas da rosa cairam
havia murchado a sua beleza,
questionava-me sobre quantas
voltas dá a vida...
Sem respostas, sem aconchego
desprotegida com medo e frio
da geada que me queimava o
coração...
Já não tenho o aconchego
do teu amor,
mas também nunca o tive...
Sinto-me tão murcha como
as pétalas da rosa que caiem
mas eu não tenho espinhos
para me defender daquilo
que nunca me deste e que queria tanto
que desses, meu amor....
só me restam divagações sem sentido...
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segunda-feira, 19 de maio de 2008
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