Entras devagarinho, pedes segredo.
O tempo pára.
O espaço divaga.
Só sou eu e tu neste nosso mundo infinito.
Pedes silêncio, tapas-me os olhos...
Sussuras-me ao ouvido,
Aquilo que nunca tinhas dito.
O dia amanheçe com a nova
Melodia que me percorria o corpo,
Mas sem querer, esta distancia-se
Até que ficar o silêncio de novo.
Não passava de mais um sonho...
Ao acordar já não estávas.
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sexta-feira, 22 de agosto de 2008
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